Efeitos prejudiciais da Doença Gengival



 👉As consequências da periodontite são relacionadas com a perda das estruturas que sustentam os dentes, que são a gengiva e osso alveolar, resultando em mobilidade dos dentes até a perda dentária, o que também causa problemas mastigatórios.                      

Outras consequências incluem o impacto na saúde geral bem como mau hálito ou problemas com a estética gengival.                         😷Os primeiros sinais de gengiva inflamada são a coloração avermelhada e o leve inchaço na margem gengival e, possivelmente, sangramento ao escovar os dentes e sensibilidade durante o uso do fio dental.                                      🙂Quando observar os primeiros sinais de inflamação gengival procure fazer um diagnóstico precoce com um profissional especializado.             

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Tratamento da Gengivite







Após alguns poucos dias, a gengiva reage à placa dentária com uma inflamação denominada gengivite.


A inflamação na margem gengival (gengivite) torna a coloração da gengiva de vermelho para vermelho escuro, porque os vasos sanguíneos do tecido conjuntivo estão dilatados devido à inflamação. 

A gengivite não é uma inflamação rara. Todas as pessoas apresentam várias dessas áreas na boca ao longo da vida. Sendo assim, são um sinal de que estas áreas não foram adequadamente limpas. Tais áreas também são consideradas de risco para o desenvolvimento da periodontite.


A primeira medida adotada no tratamento da gengivite é a profilaxia dentária. Também conhecida como limpeza de consultório, é realizada pelo dentista para eliminar todas as impurezas.

Durante o procedimento, o especialista faz a remoção do tártaro por meio da tartarectomia, ou raspagem. O objetivo é controlar a proliferação das bactérias para frear o processo inflamatório e permitir que a gengiva se recupere.

Saiba mais:

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Doenças gengivais devem ter diagnóstico e tratamento precoce

 

A doença periodontal geralmente é indolor e você pode não saber que tem um problema até que suas gengivas e osso de suporte estejam seriamente comprometidos. A boa notícia é que as doenças periodontais podem frequentemente ser tratadas nos estágios iniciais com raspagem e alisamento radicular.


Durante um exame clínico, o dentista examina suas gengivas para verificação de problemas periodontais. Um instrumento chamado de sonda periodontal é usado para medir delicadamente a profundidade dos espaços entre seus dentes e gengivas.


Raspagem e alisamento é um método de tratamento da doença periodontal usado quando as bolsas são maiores do que 2 mm. A raspagem é usada pra remover a placa e o tártaro ou cálculos dentários que estão abaixo da linha da gengiva. Um anestésico local pode ser aplicado para reduzir o desconforto.

Utilizando um instrumento chamado de raspador ou um limpador piezoelétrico, o dentista cuidadosamente remove placa e tártaro de toda a profundidade de cada bolsa periodontal. As superfícies da raiz do dente são, então, alisadas ou planificadas. Esse procedimento permite que o tecido gengival cicatrize e também dificulta o acúmulo de placa sobre as superfícies radiculares.

Pode ser necessário recomendar, prescrever e administrar medicações para ajudar a controlar a infecção e dor ou para facilitar a cicatrização. Numa consulta de acompanhamento, o dentista verifica a cicatrização das gengivas e a diminuição das bolsas periodontais. Quando persistem bolsas maiores do que 2 mm após o tratamento, medidas adicionais podem ser necessárias como por exemplo cirurgias regenerativas. O objetivo da regeneração consiste na renovação e restauração completa da estrutura e função do tecido perdido. Um biomaterial regenerativo pode contribuir na regeneração dos tecidos periodontais. O tratamento regenerativo pode resultar numa nova, sólida e funcional fixação ao osso e ao tecido mole. 

Retrações Gengivais : Enxerto gengival para gengivas retraídas




Antes


                                                                                       Após cirurgia

Recessão gengival !!! 
O recobrimento radicular é a melhor opção para esses tipos de lesões cervicais não só por motivos estéticos , mas também por motivos funcionais.A literatura mostra que existe uma tendência das recessões gengivais aumentarem em pacientes com fenótipo fino ( gengiva fina ) que já apresentem esses tipos de lesões . O padrão ouro é a utilização da técnica cirúrgica de enxerto de tecido conjuntivo.

A importância da Manutenção Preventiva




Gengivite é um problema de saúde que deve ser levado a sério e a Periodontia é fundamental para manter a saúde bucal em dia! 

Após o tratamento das doenças periodontais, o paciente deve ser incluído em uma fase de manutenção periódica preventiva a qual tem como objetivo preservar e manter os dentes, além de conservar os níveis de saúde nas estruturas de suporte dos dentes conseguidas através de seu tratamento. 

Além disso, após o término do tratamento da doença periodontal, há necessidade do paciente receber uma assistência profissional em intervalos regulares, de renovar a motivação e as instruções de higiene oral, eliminar fatores retentivos de placa bacteriana e realizar uma remoção da placa bacteriana subgengival !  


Retração Gengival é mais do que apenas uma questão estética






A retração gengival é mais do que apenas uma questão estética; é um problema que pode se agravar se não tratado. 

Cirurgia de enxerto de tecidos moles (chamada de enxerto de tecido conjuntivo) e outros procedimentos ajudam a criar mais gengiva inserida para prevenir a progressão da recessão gengival e auxiliar na regeneração e restabelecimento da cobertura da raiz. Se a recessão for causada por doença periodontal, o primeiro passo normalmente envolve uma limpeza especial, chamada de raspagem e alisamento radicular. Para muitos pacientes, esse tratamento - associado a uma excelente higiene bucal em casa e avaliações regulares - pode ajudar a estabilizar o problema periodontal e prevenir futuras perdas gengivais. Por isso, fique atento aos sinais e sintomas e procure orientação cada vez que tiver dúvida quanto à saúde bucal!https://www.drajanainapimenta.com.br/reconstrucao-tecidual-estetica.html

 


 


Periodontite: não tratar pode levar à perda dos dentes


  

Periodontite: não tratar pode levar à perda dos dentes.

A doença periodontal geralmente é indolor e você pode não saber que tem um problema até que suas gengivas e osso de suporte estejam seriamente comprometidos.  As doenças periodontais podem freqüentemente ser tratadas nos estágios iniciais com raspagem e alisamento radicular.

A raspagem é usada pra remover a placa e o tártaro ou cálculos dentários que estão abaixo da linha da gengiva. Um anestésico local pode ser aplicado para reduzir o desconforto.Utilizando um instrumento chamado de raspador ou um limpador ultra-sônico, o dentista cuidadosamente remove placa e tártaro de toda a profundidade de cada bolsa periodontal. As superfícies da raiz do dente são, então, alisadas ou planificadas. Esse procedimento permite que o tecido gengival cicatrize e também dificulta o acúmulo de placa sobre as superfícies radiculares.

Pode ser necessário recomendar, prescrever e administrar medicações para ajudar a controlar a infecção e dor ou para facilitar a cicatrização.

Numa consulta de acompanhamento, o dentista verifica a cicatrização das gengivas e a diminuição das bolsas periodontais. Quando persistem bolsas periodontais  após o tratamento, medidas adicionais podem ser necessárias como por exemplo cirurgias regenerativas. O objetivo da regeneração consiste na renovação e restauração completa da estrutura e função do tecido perdido. Um biomaterial regenerativo pode contribuir na regeneração dos tecidos periodontais. 

 

Retração Gengival pode ocasionar cárie, hipersensibilidade dental e problemas estéticos








 A Retração Gengival acontece quando há o deslocamento da gengiva e, com isso, uma exposição das raízes dos dentes. Essa condição pode afetar apenas um dente, ou então vários deles. 

Em razão dessa exposição da raiz, desaparece sua camada de revestimento, e isso expõe outra parte do dente, a dentina, que é extremamente sensível. 
Podendo ocasionar cáries, hipersensibilidade dental, e problemas estéticos.

Cirurgia Plástica gengival para recobrimento de raízes expostas


Aquele final de tratamento periodontal que todo paciente merece!🙂
Após remoção das restaurações existentes foi realizada uma cirurgia de enxerto de gengival com o objetivo de recobrir as raizes expostas!
👉As cirurgias plásticas periodontais são necessárias em diversas áreas da periodontia, sendo que a cirurgia de enxerto gengival para tratamento das retrações gengivais é a mais importante modalidade cirúrgica para a manutenção da integridade e saúde gengival.
A retração gengival acontece quando há deslocamento da gengiva e, com isso, uma exposição das raízes dos dentes. Essa condição pode afetar apenas um dente, ou então vários dentes. Em razão da perda da camada de revestimento a dentina fica exposta, que é extremamente sensível, podendo ocasionar cáries, hipersensibilidade dental e grandes problemas estéticos.
Cirurgia de enxerto de tecidos moles (chamada de enxerto de tecido conjuntivo) e outros procedimentos ajudam a criar mais gengiva inserida para prevenir a progressão da recessão gengival e auxiliar na regeneração e restabelecimento da cobertura da raiz. Se a recessão for causada por doença periodontal, o primeiro passo normalmente envolve uma limpeza especial, chamada de raspagem e alisamento radicular. Para muitos pacientes, esse tratamento - associado a uma excelente higiene bucal em casa e avaliações regulares - pode ajudar a estabilizar o problema periodontal e prevenir futuras perdas gengivais. Por isso, fique atento aos sinais e sintomas e procure orientação cada vez que tiver dúvida quanto à saúde bucal. #periodontia #recobrimentoradicular #retraçãogengival #plasticaperiodontal #cirurgiaplasticaperiodontal #connectivegraft #gumgraft #odontologiaestetica #periolovers

A Odontologia e seu papel fundamental na prevenção da disseminação e agravos da epidemia do coronavírus.

O jornal da USP fez uma matéria sobre higiene bucal, relacionando com as complicações da COVID 19. Segue o link : https://www.forp.usp.br/?p=6296


Em tempos de pandemia mundial a rápida transmissão do coronavírus se tornou uma realidade e o melhor tratamento é a prevenção da doença. Além das informações de isolamento social, recebemos orientações para evitar qualquer tipo de contato, como apertos de mão, abraços e beijos e reforçar os cuidados com a higiene pessoal e bucal.

A rotina diária de higiene bucal também é importante, e os cuidados devem ser redobrados, uma vez que, a porta de entrada da infecção é o trato respiratório superior, boca (dentes, gengivas, língua), faringe (garganta) e pulmões.

Assim, além de todos os cuidados que as equipes médicas nos têm passado, gostaria de compartilhar com vocês mais alguns, específicos da correta e efetiva higiene bucal no conceito de full mouth disinfection – desinfecção total da boca – procedimento que já é aplicado há mais de duas décadas por todo o globo terrestre. Desta forma, hierarquizar a higiene bucal em:

1. Higienização do dorso da língua (com higienizador específico ou mesmo escova de cerdas macias) – iniciando a ação de limpeza a partir do “V” lingual (parte mais posterior da língua) para o ápice (ponta) da língua;

2. Uso correto e rotineiro do fio dental (antes da escovação com dentifrício);

3. Escovação Dental com escova de cerdas macias e creme dental da sua preferência. Essas práticas propiciam a remoção do biofilme bucal (composto por microorganismos como bactérias, vírus e fungos);

4. Uso de enxaguantes bucais (antissépticos bucais). Importante: os enxaguantes bucais  NÃO SUBSTITUEM A REMOÇÃO MECÂNICA DOS BIOFILMES (ECOSSISTEMAS) BUCAIS. Uso de enxaguantes bucais (antissépticos bucais) se necessário (inclusive com gargarejo se a garganta estiver doendo (sinal de inflamação/infecção) com agendes como o cloreto de cetilpiridínio (CPC – quaternário de amônio) a 0,05%, a bis-biguanida digluconato de clorexidina a 0,12% ou mesmo o peróxido de hidrogênio 10 vols. – água oxigenada – evidências apontam para uma boa capacidade de inativação do covid-19 para a água oxigenada).


Por fim e não menos importante, cuidar de nossas escovas dentais e dos nossos higienizadores de língua, mantendo-os imersos em solução desinfetante para evitar a reinfecção após cada uso. 



Um Abraço a todos!



                   Dúvidas me chame no whatsapp!

Há 25 anos prevenindo e tratando doenças gengivais!


Periodontia é minha paixão e proporcionar saúde bucal é meu objetivo diário!

Eu vivencio todos os dias que a saúde gengival conquistada ao final do tratamento periodontal eleva a autoestima dos pacientes!

Estudos já comprovaram que uma boca saudável aumenta a percepção de qualidade de vida.
A saúde gengival é determinante para a realização de todas as possibilidades restauradoras da odontologia moderna!
Está bem estabelecido que nós dentistas, temos um papel importantíssimo na prevenção de doenças sistêmicas.

Saúde em primeiro lugar! Periodontia sempre em primeiro lugar em qualquer tratamento odontológico amplo!

Anestesia Computadorizada


Tecnologia odontológica atingiu um patamar de preocupação com o conforto durante a consulta odontológica!
Por esse motivo utilizo a anestesia digital computadorizada. A nova técnica anestésica utiliza o aparelho MORPHEUS que consiste numa aplicação controlada com a injeção ideal de anestésico e com doses seguras e calibradas para gerar conforto ao dentista e paciente.
Um sorriso saudável é qualidade de vida!

Escova de dentes: Manual ou elétrica?


Qual é a mais recomendada?


Uma boa higiene dentária depende da conjugação de inúmeros fatores. Seja a técnica utilizada, o número de vezes que lavamos os dentes diariamente, a duração com que o fazemos ou até os instrumentos utilizados.

É comum pensar que as escovas elétricas garantem uma boca mais saudável. No entanto, as escovas tradicionais também permitem uma escovação bastante eficaz se forem utilizadas da forma recomendada pelos profissionais e são uma escolha mais econômica.

Que tipos de escovas existem?

Atualmente, existem 3 principais tipos de escovas de dentes: as manuais, as elétricas recarregáveis e as elétricas com pilhas.
  1. Escova manual – É o tipo de escova mais comum, constituído por um cabo e uma cabeça com filamentos de nylon ou poliester.
  2. Escova elétrica recarregável – Com diferentes tipos de tecnologia consoante o modelo e a possibilidade de substituir a cabeça, esta é, talvez, a escova elétrica mais conhecida.
  3. Escova elétrica com pilhas – É uma espécie de meio-termo entre as duas opções anteriores. Trata-se de uma opção visualmente semelhante à manual, mas que usa pilhas para permitir uma ligeira vibração e, desse modo, uma limpeza mais eficiente.
     
"As escovas elétricas recarregáveis mais avançadas apresentam 7 características principais que as diferenciam das tradicionais."

1.    Modos de escovagem – Podem existir programas especialmente concebidos para dentes sensíveis, para proteger as gengivas ou para limpeza prolongada, por exemplo.
2.    Sensores de pressão – Muitas escovas elétricas vêm equipadas com um sensor que avisa o Paciente quando está a exercer demasiada força sobre as gengivas.
3.    Temporizadores – Sendo 2 minutos o tempo de escovação recomendado, algumas escovas elétricas acionam um contador com essa duração. Por vezes, este é até dividido em conjuntos de 30 segundos para melhor orientar o Paciente e separar a lavagem em 4 quadrantes da boca.
4.    Facilidade de utilização – Para pessoas com pouca destreza manual, torna-se mais fácil garantir uma boa limpeza dos dentes.
5.    Lembretes digitais – Algumas escovas possuem, quando necessário, mensagens a relembrar que está na altura de substituir a cabeça da escova, por exemplo.
6.    Oscilação e rotação – Estas escovas vêm equipadas com um sistema de oscilação e rotação que permite remover a placa bacteriana com eficácia.
7.    Produtos complementares – Normalmente, vêm acompanhadas de suportes para a escova, para instalá-la na casa de banho e para transportá-la em viagem. 

Na verdade, a escolha de uma escova de dentes deve ser discutida em conjunto com o seu médico dentista, considerando tanto as suas necessidades específicas, como as suas expectativas.
O mais importante não é o tipo de escova, mas sim assegurar-se de que efetua uma limpeza completa.
Para tal, seja com que escova for, higienize sempre todas as superfícies dentárias, não abdique do uso do fio dental e consulte periodicamente o seu dentista. Dessa forma, estará, certamente, a fazer o seu melhor para garantir um sorriso saudável.

Terapia fotodinâmica pode ser útil no combate ao mau hálito

Tratamento a base de laser de baixa potência não é invasiva, tem baixo custo e ação antimicrobiana

Já sabemos que para combater o mau hálito é necessário manter uma ótima higienização bucal, ter uma dieta equilibrada com mais alimentos fibrosos e menos doces e gorduras e beber bastante água. A novidade é que há no mercado um novo tratamento para ajudar a eliminar esse problema: a terapia fotodinâmica a base de laser de baixa potência. 
Halitose é um termo utilizado para definir odor desagradável e fétido que emana da boca, podendo apresentar origem sistêmica (10%) ou oral (90%. O mau odor é provocado por compostos sulforados voláteis, produzidos por bactérias Gran-negativas.
A halitose de origem bucal ocorre pela ação de algumas bactérias presentes na boca, como resultado final do metabolismo das mesmas. 
A luz acompanhada ou não de agentes químicos tem sido usada para induzir efeitos terapêuticos e antimicrobianos na Terapia Fotodinâmica (TFP), sendo que o efeito antimicrobiano fica confinado às áreas cobertas pelo corante azul de metileno e irradiadas pela luz. Estudos clínicos comprovam que a terapia Fotodinâmica é eficaz na redução de sulfidretos, ou seja, redução bacteriana e combate a halitose decorrente da Saburra lingual.



O que é essa tal terapia? Bem, ela consiste no uso de uma combinação de itens compostos por: corante fotoativo (fotossensibilizador), luz laser de baixa potência do tipo vermelha e oxigênio, que juntos geram reações químicas que têm efeitos antimicrobianos. 

Na Odontologia, a terapia fotodinâmica foi inicialmente empregada em casos de câncer bucal, mas hoje é mais usada para combater bactérias envolvidas em lesões de cárie e endodônticas, doenças periodontais, bem como fungos que causam a candidíase ou vírus que provocam a herpes (acelerando a reparação da lesão presente e diminuindo a frequência de aparecimento de novas feridas de herpes labial).

Laser x Halitose
Por ser mediada por microrganismos, parece lógico para muitas pessoas pensarem que usar antibióticos resolveria o problema, mas essa não é uma terapia viável, pois pode levar à resistência bacteriana e desordens gastrointestinais, além de ter efeito transitório, uma vez que a microbiota bucal é dinâmica e acaba sendo repovoada.

Nesse contexto, a terapia fotodinâmica vem como uma alternativa eficiente para colaborar com o combate ao mau hálito uma vez que ela apresenta forte ação antimicrobiana sem causar danos às estruturas bucais. 

Essa terapia é mais eficiente (e indicada) como forma complementar de práticas já famosas por combater a halitose como manter a higienização bucal em dia principalmente com o uso de raspadores linguais para evitar a saburra, uma das principais causas do mau hálito. 

Uma das justificativas de se usar essa técnica em associação à higiene da língua através do uso de limpadores linguais é sua ação superficial, de modo que em regiões com saburra mais densa, sua ação é limitada. Assim, o uso da terapia fotodinâmica isoladamente, nesses casos, poderia ter resultados pouco eficientes, o que justifica seu uso como tratamento complementar e não como uma opção alternativa.

Apesar dessa terapia apresentar resultados eficientes, é importante que a pessoa busque um diagnóstico preciso e um tratamento que vá direto à raiz do problema, que nem sempre é somente uma saburra lingual. 

Para  todos! 
Essa terapia vem para somar, e muito, no campo do combate ao mau hálito. E seus benefícios são inúmeros. “Qualquer pessoa pode fazer uso da terapia fotodinâmica, inclusive pacientes idosos, pediátricos e portadores de necessidades especiais, por ser uma técnica bem tolerada, atraumática, não-invasiva, com mínima possibilidade de efeitos tóxicos ou resistência, além de baixo custo, fácil empregabilidade e boa efetividade.


                                                                                          Aparelho laser utilizado para terapia fotodinâmica




Retração gengival: Veja como tratar

O que é Retração gengival?


Ela acontece quando há o deslocamento da gengiva e, com isso, uma exposição das raízes dos dentes. Essa condição pode afetar apenas um dente, ou então vários deles.

Em razão dessa exposição da raiz, desaparece sua camada de revestimento, e isso expõe outra parte do dente, a dentina, que é extremamente sensível. Pode ocasionar cáries, hipersensibilidade dental, e problemas estéticos. Acesse meu site: www.drajanainapimenta.com.br https://www.drajanainapimenta.com.br/




Quais os Sintomas?


A retração pode se manifestar por uma série de sintomas, como, por exemplo, os seguintes:


– Exposição da raiz dos dentes;

– Sangramento da gengiva no ato da escovação;

– Mau hálito;

– Dor nos dentes;

– Sensibilidade excessiva como, por exemplo, ao usar talheres.

Qual o Tratamento?


Quando uma recessão de menor proporção é ignorada, o desenvolvimento da retração e perda óssea ao redor do dente tem uma grande chance de acontecer. Os métodos de tratamento variam de acordo com o tipo e gravidade da retração. Se for causada pela escovação excessiva ou agressiva, seu dentista pode orientá-lo sobre formas mais adequadas de higienização bucal.


Cirurgia de enxerto de tecidos moles (chamada de enxerto de tecido conjuntivo) e outros procedimentos ajudam a criar mais gengiva inserida para prevenir a progressão da recessão gengival e auxiliar na regeneração e restabelecimento da cobertura da raiz. 

Se a recessão for causada por doença periodontal, o primeiro passo normalmente envolve uma limpeza especial, chamada de raspagem e alisamento radicular. Para muitos pacientes, esse tratamento - associado a uma excelente higiene bucal em casa e avaliações regulares - pode ajudar a estabilizar o problema periodontal e prevenir futuras perdas gengivais. Por isso, fique atento aos sinais e sintomas e procure orientação cada vez que tiver dúvida quanto à saúde bucal.










Preservação de alvéolos dentários após extração dentária

Sem título


Nesta última década, a estética tem recebido maior ênfase no plano de tratamento e, quando o profissional tem em mente a qualidade da reabilitação protética, deve-se considerar a reabsorção do osso alveolar que ocorre após a exodontia, especialmente em áreas anteriores, já que a instalação de um implante em posição ideal é de vital importância não só para a obtenção da estética, como também da função da prótese.

A reabsorção óssea que ocorre durante o reparo natural do alvéolo após a exodontia pode levar ao comprometimento estético e funcional nas próteses convencionais ou implantosuportadas, devido às alterações verticais e horizontais que ocorrem tanto no tecido ósseo como no tecido mole, limitando o espaço disponível para a instalação de implantes em posição ideal e criando um desafio para a obtenção de uma restauração protética compatível com os dentes naturais.

Uma revisão sistemática da literatura investigou as alterações dimensionais de alvéolos dentários em humanos, após a exodontia dentária. Os resultados mostraram uma perda média em altura de 1,5 a 2 mm, e uma espessura de 3,8 mm pode ser esperada. Também se pode esperar maior perda óssea em altura em pacientes fumantes (cerca de 0,5 mm) e melhora na cicatrização de pacientes que usaram soluções tópicas de clorexidina durante o primeiro mês de cicatrização. O real motivo para a remodelação, que ocorre no alvéolo após a exodontia, ainda não é conhecido, porém, sabe-se que atrofia por desuso, diminuição da vascularização sanguínea e inflamação local tem grande papel neste complexo processo que envolve fatores estruturais, funcionais e fisiológicos. Além disso, o microtrauma causado no momento da exodontia pode acelerar essas alterações.

Diante disso, os autores observam que é vantajoso preservar a dimensão do osso pós-extração, assim é possível manter suas dimensões verticais e horizontais ideais e diminuir a morbidade do paciente. Os métodos que garantem a preservação, aumento ou reconstrução de a altura do rebordo alveolar, espessura e qualidade, imediatamente após a extração dentária, parecem ser essenciais para a manutenção das dimensões verticais e horizontais. Na verdade, isso reduz a necessidade de um enxerto mais tarde, simplificando e otimizando o sucesso da colocação do implante em termos de estética e função.




 O cirurgião-dentista pode lançar mão de algumas técnicas para obter melhor estética e função em próteses convencionais ou ainda preservar tecido ósseo para a instalação de implantes em posição ideal, o que auxilia de maneira decisiva no plano de tratamento!














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